Achou que a briga
judicial entre Apple e Samsung não tinha enfim, mas chegou ao fim. Depois de toda a
polêmica envolvendo as disputas de patentes no início do ano e a suposta
conclusão por parte da Justiça norte-americana, eis que as duas gigantes da
telefonia móvel se enfrentam novamente, desta vez na Holanda.
Uma corte local baniu
vários dispositivos da linha Galaxy sob a alegação de que a companhia
sul-coreana infringiu uma patente da dona do iPhone na forma com que o usuário
pode navegar entre suas fotos. Com isso, boa parte dos smartphones equipados
com o Android 2.2.1 ou superior e que não possuem um formato proprietário para
a utilização das galerias está proibida de ser comercializada em território
holandês.
E isso não é tudo. Além dessa
barreira, a Samsung ainda terá de informar à Apple o quanto ela lucrou com
esses aparelhos desde o dia 27 de janeiro de 2011 para que o júri possa
estabelecer o valor da multa a ser paga. Isso significa que, mais do que
desembolsar mais alguns milhões com isso, a empresa ainda terá que revelar
alguns números bem importantes à sua principal concorrente.
Além disso, a Justiça
holandesa ainda determinou que a venda dos produtos barrados aconteça
imediatamente, sob a pena de a fabricante ter que pagar mais 100 mil euros —
cerca de R$ 270 mil na cotação atual — para cada dia em que a decisão for
desrespeitada.
E
você achando que a briga judicial entre Apple e Samsung tinha, enfim,
chegado ao fim. Depois de toda a polêmica envolvendo as disputas de
patentes no início do ano e a suposta conclusão por parte da Justiça
norte-americana, eis que as duas gigantes da telefonia móvel se
enfrentam novamente, desta vez na Holanda.
Uma corte local baniu vários dispositivos da linha Galaxy sob a
alegação de que a companhia sul-coreana infringiu uma patente da dona do
iPhone na forma com que o usuário pode navegar entre suas fotos. Com
isso, boa parte dos smartphones equipados com o Android 2.2.1 ou
superior e que não possuem um formato proprietário para a utilização das
galerias está proibida de ser comercializada em território holandês.
E isso não é tudo. Além dessa barreira, a Samsung ainda terá de
informar à Apple o quanto ela lucrou com esses aparelhos desde o dia 27
de janeiro de 2011 para que o júri possa estabelecer o valor da multa a
ser paga. Isso significa que, mais do que desembolsar mais alguns
milhões com isso, a empresa ainda terá que revelar alguns números bem
importantes à sua principal concorrente.
Além disso, a Justiça holandesa ainda determinou que a venda dos
produtos barrados aconteça imediatamente, sob a pena de a fabricante ter
que pagar mais 100 mil euros — cerca de R$ 270 mil na cotação atual —
para cada dia em que a decisão for desrespeitada.
Leia mais em:
http://www.tecmundo.com.br/patente/33321-a-briga-continua-apple-consegue-banir-smartphones-da-samsung-da-holanda.htm#ixzz2Df64EUqb
E você achando que a briga
judicial entre Apple e Samsung tinha, enfim, chegado ao fim. Depois de toda a
polêmica envolvendo as disputas de patentes no início do ano e a suposta
conclusão por parte da Justiça norte-americana, eis que as duas gigantes da
telefonia móvel se enfrentam novamente, desta vez na Holanda.
Uma corte local baniu
vários dispositivos da linha Galaxy sob a alegação de que a companhia
sul-coreana infringiu uma patente da dona do iPhone na forma com que o usuário
pode navegar entre suas fotos. Com isso, boa parte dos smartphones equipados
com o Android 2.2.1 ou superior e que não possuem um formato proprietário para
a utilização das galerias está proibida de ser comercializada em território
holandês.
E isso não é tudo. Além dessa
barreira, a Samsung ainda terá de informar à Apple o quanto ela lucrou com
esses aparelhos desde o dia 27 de janeiro de 2011 para que o júri possa
estabelecer o valor da multa a ser paga. Isso significa que, mais do que
desembolsar mais alguns milhões com isso, a empresa ainda terá que revelar
alguns números bem importantes à sua principal concorrente.
Além disso, a Justiça
holandesa ainda determinou que a venda dos produtos barrados aconteça
imediatamente, sob a pena de a fabricante ter que pagar mais 100 mil euros —
cerca de R$ 270 mil na cotação atual — para cada dia em que a decisão for
desrespeitada.
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